Destaques Empresariais

Posts Tagged ‘lucro

Por Júlio César Zanluca – contabilista, fundador e coordenador dos sites Portal Tributário e Portal de Contabilidade

O empresário brasileiro é notadamente um dos mais ágeis do mundo. Já suportou hiperinflação (décadas de 80 e 90), suporta hipertributação (desde a Constituição de 1988 até hoje) e ainda tem que conviver com hiperlegislação (são milhares de normas que mudam constantemente).

E, desde 2014, enfrenta a pior recessão da história do país, causada pelo desgoverno das finanças públicas, corrupção e ineficiência da máquina governamental.

Segundo meu colega e amigo Gilmar Duarte, “a impossibilidade se aloja na falta de disposição para buscar, descobrir ou desenvolver soluções para pequenos e grandes problemas. Certamente é cômodo e seguro trilhar o caminho aberto por outras pessoas, mas quando este é tortuoso e ineficiente, aqueles que traçam novas rotas têm grandes chances de alcançar mais sucesso, inclusive financeiro.”

A resposta para atual crise nos negócios no Brasil é “empreender”, verbo que traduz a dinâmica de quem não “abaixa a cabeça” diante das cabeçadas grosseiras cometidas pelos executores da política econômica nacional (governo federal).

Já pensou em exportar? Já pensou em inovar? Lançar novos produtos? Vender ou fechar negócios ou seções que não dão retorno suficiente e investir o dinheiro em novos serviços?

Fez planejamento tributário? Passou a pente-fino custos, despesas e estruturas? Renegociou com fornecedores? Se fez tudo isso, parabéns (se não fez, comece!), porém prossiga e empreenda – afinal, se você aguentou até aqui é porque tem competência e dinamismo suficiente!

O que o empresário nacional (principalmente o pequeno e médio empreendedor) não pode fazer é desistir, neste momento tão aviltante – afinal, no meio do caos, surgem os verdadeiros líderes!

Minhas sugestões:

– Lance franquias.

– Adote ideias de novos produtos, serviços e encante o cliente.

– Valorize novas ideias de fornecedores, clientes, empregados, colaboradores, consultores – vá a pesca!

– Empreenda de forma inovadora (reinvente o negócio).

– Observe os negócios à volta – visite feiras e promoções.

– Invista em si mesmo (cursos, ideias, livros, visite outros negócios, converse com outros empreendedores, questione, reflita, ore, medite, dê uma caminhada diária para clarear a mente).

– Converse com crianças e adolescentes, eles são muito criativos! Não “pense redondo”, pense abertamente!

– Reinvente seus preços(!) – que tal rever suas políticas de preços, lucros, custos, margens e cortar as famosas “gorduras” e criar valor para seus clientes? Preço não é resultado de uma equação, mas de um valor percebido pelo seus clientes. Quanto maior este valor, maior é o valor do preço – que tal perseguir este objetivo?

Fluxo de Caixa, Contas a Pagar, Contas a Receber, Estoques. Com linguagem acessível, a obra apresenta com clareza a prática financeira empresarial. As explicações vem acompanhadas por exemplos de fácil entendimento. Clique aqui para mais informações. Gestão de Finanças Empresariais 

Mais informações

Manual prático sobre $$$

ComprarClique para baixar uma amostra!

 

Por Gilmar Duarte

No livre mercado reina a lei da oferta e procura. Quando a primeira é maior, a tendência natural é a redução dos preços, o que exige à vigilância constante dos custos para assegurar o lucro.

Praticar preços baixos não deveria ser motivo para depreciar o concorrente. A história coleciona grandes empresários que ficaram registrados como referência de sucesso ao buscar a redução contínua dos preços.

Entre estes, Henry Ford, criador da Ford Motor Company (pai da produção em massa – linha de produção) e, mais recentemente, Steve Jobs, que dispensa qualquer apresentação.

Ford desejava que todos adquirissem automóveis, inclusive os operários, e empenhava-se na redução dos custos a fim de ofertá-los a preços acessíveis. Jobs, da mesma forma, num tempo em que o computador era equipamento voltado apenas às grandes empresas, sonhou que qualquer pessoa poderia ter um computador em casa. Mas ele foi muito mais longe, pois cada um pode ter no bolso.

Os dois empresários citados desejavam ardentemente reduzir os preços e melhorar a qualidade, mas não diminuir o lucro. No entanto reduzir o percentual de lucro não significa ganhar menos.

Por exemplo, uma empresa que fatura R$ 1 milhão por ano e que, após pagar todos os compromissos, percebe 15% de lucro líquido ficará com R$ 150 mil. Se esta empresa conseguir implementar mudanças na produção, reduzir a margem de lucro para 10% e conquistar maior fatia do mercado, passando a faturar anualmente R$ 2 milhões, terá lucro financeiro de R$ 200 mil. Ou seja, crescerá 33%. Qual dos dois cenários é o melhor?

Em empresas formadas por profissionais éticos, a vigilância nos custos não é sinônimo de enganar o consumidor, mas de buscar materiais de qualidade igual ou superior por preços mais baixos.

Isto não é ilusão, mas questão de procurar e negociar. Também os profissionais sérios e atentos ficam vigilantes na forma de produzir ou prestar os serviços para, com o auxílio das novas tecnologias, produzir mais com maior qualidade em menor tempo – em resumo, menor custo.

Ford e Jobs são ótimos exemplos, pois lutaram para reduzir os preços, ofertavam produtos cada vez melhores e aumentavam o lucro.

Analisar a forma de trabalho é fundamental e os questionamentos podem ser os seguintes: o serviço ou produto comercializado atende as necessidades do mercado? Há transparência para com o consumidor ou ele é enganado? Os compromissos com os colaboradores, fornecedores e governo são honrados? Há ética nos negócios? E por fim, resta lucro justo para distribuir aos investidores?

Se, após a análise cuidadosa e responsável, ficar demonstrado que sua empresa tropeça em alguns dos pontos abordados no parágrafo anterior, é imprescindível proceder à correção para não ser desvalorizado pela concorrência e, principalmente, pelo público consumidor.

Se, ao contrário, passar honrosamente por todas as perguntas, então a sua empresa é merecedora do selo Ford/Jobs de qualidade atestado pelos concorrentes e, especialmente, pelos clientes.

 Ser conhecedor da mão de obra necessária para a execução dos serviços é vital, normalmente o item de maior representatividade nos custos, especialmente para as empresas prestadoras de serviços. O cálculo é simples de ser feito.

Para demonstrar tomemos uma empresa prestadora de serviços de contabilidade, que possui clientes com honorários mensais e fixos. Neste tipo de empreendimento, apesar dos honorários mensais fixos, também são vendidos serviços denominados acessórios, tais como legalização de empresa (constituição, alteração e baixa), cadastros bancários, processos de parcelamento de tributos, declarações do imposto de renda de pessoas físicas etc.

Considere o preço de R$ 80,00 por hora, a título de exemplo, e divida os honorários por ele (exemplo: 1.000,00 / 80,00 = 12:30). Considere, ainda, que a empresa possui 11 funcionários e cada um tem 150 horas por mês para vender, então serão 1.650 horas (11 x 150).

            Cliente            Honorários      Horas contratadas

            A                       1.000,00                   12:30

            B                       5.000,00                   62:30

            C                          650.00                     8:07

            D                     10.000,00                 125:00

            …

            Soma               100.000,00             1250:00

            Funcionários                                  1650:00

            Diferença                                        400:00

Neste exemplo a empresa está com excedente de 400 horas mensais, ou seja, mais de 2 funcionários, mas antes de fechar a conclusão é necessário considerar a quantidade mensal de horas necessária para executar os serviços acessórios, naturalmente aqueles excluídos dos honorários fixos.

O excedente de funcionários acarreta custos desnecessários reduzindo o lucro. A ociosidade conhecida pode ser eliminada com a contratação de novos clientes ou, em caso de impossibilidade, com o necessário ajuste.

Gilmar Duarte é palestrante, contador, diretor do Grupo Dygran, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” e membro da Copsec do Sescap/PR.

Com esta obra o pequeno e médio empresário terá condições de compreender a importância da precificação correta para a sobrevivência de qualquer organização e comprovará que a mesma é menos complexa do que parece, sentindo-se motivado a implantá-la na sua empresa prestadora de serviços!Totalmente atualizada e com linguagem acessível!  Guia para implementação de cálculo do preço de serviços contábeis e correlatos. Escritórios contábeis e profissionais de contabilidade têm um dilema: quanto cobrar de seus clientes? Agora chega às suas mãos um guia prático, passo-a-passo, de como fazer este cálculo de forma adequada. Com linguagem acessível, a obra facilita ao profissional contábil determinar com máxima precisão o preço de seus serviços a clientes e potenciais clientes.Clique aqui para mais informações.

Por Gilmar Duarte

Fazer um semblante de entendido, mas com o interior cheio de dúvidas está longe de ser um comportamento genial, pois a mentira não se sustenta para sempre. Então, de que maneira transmitir segurança ao cliente?

Um empresário de sucesso não se faz por uma simples tacada, pois pessoas assim têm prazo de validade, geralmente curto.

O gestor de sucesso é aquele que na primeira tacada, ou após muitas tentativas, acertou o alvo e investe para que este sucesso, talvez conquistado fácil demais, seja sustentado com ações cautelosamente estudadas.

Uma das ações, senão a mais importante de todas, é a política de preços, por meio da qual o produto ou serviço pode permanecer no mercado, da mesma forma que sua empresa e também você.

Mesmo que seu principal objetivo não seja o lucro, mas a função social de empregar e contribuir com um produto ou serviço para o bem da humanidade, a política de preços continua sendo a mais importante, pois o alcance de seu objetivo depende dela.

A título de exemplo, imagine uma pessoa que já conquistou tudo que desejava nesta vida e decidiu dedicar os últimos anos de trabalho em prol de uma entidade filantrópica. Ela resolve constituir um comércio com a finalidade de obter lucro para manter a atividade principal, ou seja, proporcionar saúde para doentes de câncer. Será que as mercadorias serão facilmente vendidas, independente do preço afixado nelas? A resposta certamente é não!

Acredito que você concorda que a política de preço é a mais importante, ou ao menos que esteja entre as relevantes. Aos que concordam pergunto: você tem conhecimento suficiente para definir o preço de venda das mercadorias ou dos serviços prestados? Você consegue provar a existência de lucro ou prejuízo em cada serviço e para cada cliente?

Nas minhas viagens de palestras e cursos de precificação tenho a oportunidade de conversar com muitos empresários e ouço alguns comentários que me causam preocupação, como esses:

  • Desconheço detalhes para formar o preço, mas a minha empresa cresceu muito nos últimos anos e, portanto, devo estar obtendo lucro.
  • O preço dos serviços por cliente é uma tarefa muito difícil, especialmente saber se dá lucro. Mas apuro o balancete mensalmente e tenho certeza do lucro geral. (Esta resposta geralmente é de empresários contábeis).
  • Pra quê ficar fazendo muitas contas, se ao final quem define o preço é o mercado? Com base nisto optei por fazer pesquisas de mercado e com elas defino o preço, assim evito algumas dores de cabeça.

Todos já devem ter ouvido que alcançar o sucesso é mais fácil do que mantê-lo. Para quem já alcançou ou trabalha em busca dele recomendo investir tempo e dinheiro para definir a política de preços, não importando qual o ramo. Pode ser shows, para os artistas, músicos, palestrantes etc.; mercadorias, para os comerciantes; serviços, para os empresários da contabilidade, medicina, direito, marketing e propaganda, engenheiros, construtores etc.; e para os industriais dos diversos ramos.

Conhecer as técnicas de custeamento, a análise da concorrência e buscar saber os valores reconhecidos pelos clientes do seu bem ou serviço é de suma importância para perpetuar o seu negócio.

Transmita segurança ao seu cliente com a aplicação do preço justo e a informação dos valores (diferenciais) existentes no bem ou serviço.

Gilmar Duarte é palestrante, contador, diretor do Grupo Dygran, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” e membro da Copsec do Sescap/PR.

Com esta obra o pequeno e médio empresário terá condições de compreender a importância da precificação correta para a sobrevivência de qualquer organização e comprovará que a mesma é menos complexa do que parece, sentindo-se motivado a implantá-la na sua empresa prestadora de serviços!Totalmente atualizada e com linguagem acessível!  Guia para implementação de cálculo do preço de serviços contábeis e correlatos. Escritórios contábeis e profissionais de contabilidade têm um dilema: quanto cobrar de seus clientes? Agora chega às suas mãos um guia prático, passo-a-passo, de como fazer este cálculo de forma adequada. Com linguagem acessível, a obra facilita ao profissional contábil determinar com máxima precisão o preço de seus serviços a clientes e potenciais clientes.Clique aqui para mais informações.

por Gilmar Duarte

A falta de tempo não permite ficar pensando em bobeiras. Uma delas é pensar no preço, pois o mercado já sabe o quanto deseja pagar.

Quem age sem pensar continuará igual.

Ganhar mais e muito mais dinheiro é o desejo da maioria das pessoas, mas parece que quanto maior o desejo, maior também a quantidade que escapa entre os dedos.

Isso sem falar que significativa parcela dos empresários opta, percebendo ou não, por deixar de viver para…sim, para ganhar dinheiro.

A cultura atual prega trabalhar muito, aproveitar todo o tempo e executar múltiplas tarefas ao mesmo tempo.

Isto me faz lembrar de um desenho que apresenta um personagem dirigindo, lendo jornal, tomando café e falando ao telefone. Estará esta cena muito longe da nossa realidade?

Trabalhar é preciso e ganhar dinheiro é necessário, pois é com ele que satisfazemos as necessidades, inclusive familiares.

Uma vida longa exige alimentação equilibrada e cuidados com a saúde do corpo e da mente. Trabalho em excesso e falta de investimento para o equilíbrio mental é sinônimo de sérios transtornos, alguns prejudiciais ao corpo, inclusive.

Minha proposta é utilizar parte do tempo destinado ao trabalho para pensar, pois além de exercitar a mente, assim capaz de funcionar melhor e por mais tempo, você vai descobrir que não precisa trabalhar tanto para obter o mesmo lucro.

Tenho assessorado muitos empresários que se encontram em dificuldades financeiras e muitas vezes já não sabem mais se estão ganhando dinheiro ou simplesmente fazendo a roda girar.

Observo que a minoria possui a destreza para pensar e agir na estratégia para definir o preço dos serviços e/ou bens.

Pode parecer exagero, então proponho a seguinte reflexão: a estratégia de precificação utilizada por você foi simplesmente copiada de alguém ou antes de aplicá-la você analisou, sentiu segurança e – principalmente – a compreendeu? Enfim, você sente segurança no método que utiliza para precificar?

Quem bom se todos os leitores deste artigo respondessem a esta questão, pois nos permitiria constatar a insegurança que paira neste pequeno universo.

Se você se encontra na mesma situação da maioria, ou seja, sente insegurança para precificar, proponho que comece a pensar como poderá fazer para trabalhar menos e melhorar o ganho. Lembre-se do ditado popular: “quem trabalha demais não tem tempo para ganhar dinheiro.”

Planejamento é a ação necessária especialmente para ganhar dinheiro, um dos objetivos mais perseguidos pela maioria dos empresários.

Descarte tudo o que não gera lucro e invista para que os clientes percebam os valores dos seus serviços e/ou mercadorias. Com esta estratégia o seu lucro deverá aumentar.

Gilmar Duarte é palestrante, contador, diretor do Grupo Dygran, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” e membro da Copsec do Sescap/PR.

Com esta obra o pequeno e médio empresário terá condições de compreender a importância da precificação correta para a sobrevivência de qualquer organização e comprovará que a mesma é menos complexa do que parece, sentindo-se motivado a implantá-la na sua empresa prestadora de serviços!Totalmente atualizada e com linguagem acessível!  Guia para implementação de cálculo do preço de serviços contábeis e correlatos. Escritórios contábeis e profissionais de contabilidade têm um dilema: quanto cobrar de seus clientes? Agora chega às suas mãos um guia prático, passo-a-passo, de como fazer este cálculo de forma adequada. Com linguagem acessível, a obra facilita ao profissional contábil determinar com máxima precisão o preço de seus serviços a clientes e potenciais clientes.Clique aqui para mais informações.

por Gilmar Duarte

Qual é, na maior parte das vezes, a grande dificuldade de qualquer empresário? Quais órgãos ou entidades têm a finalidade de conhecer esses obstáculos e criar oportunidades para vencê-los?

Sabemos que a maior parte dos empresários surge sem qualquer preparação anterior, ou seja, as empresas se constituem a partir de oportunidades, motivadas em grande parte pela falta de emprego.

Abrir uma empresa no Brasil é bastante trabalhoso, pois a burocracia exige tanto, a impressão é a de que somente pessoas qualificadas receberão o passaporte para empreender.

Seria ótimo se esta afirmação fosse verdadeira, pois pessoas sem aptidão ou recursos suficientes para montar um negócio não jogariam tempo e a economia familiar conquistada com muito suor no ralo.

O governo, por meio de diversos órgãos (um deles poderia ser o Sebrae) deveria habilitar-se para identificar as condições de cada candidato a empresário e na ausência de aptidão deveria exigir preparo ou sócios capazes de preencher as deficiências.

O que parece missão impossível precisa urgentemente ser estudado e oferecido à sociedade.

Infelizmente, exigir qualificação antes de empreender, a primeira parte da lição de casa não é bem feita, o que dá lugar a incontáveis empresas e, com elas, numerosos problemas de impossível solução.

Mas os gestores precisam e são merecedores de auxílio, pois negócios que não prosperam geram sérios problemas à sociedade, e o principal talvez seja o desemprego.

Sabemos que o governo, o maior sócio nas empresas – com a taxação de diversos impostos e contribuições – é incompetente para orientar o “parceiro”, uma vez que é inábil para dirigir as próprias empresas estatais.

Diante da sensação de estar no mato sem cachorro o questionamento é: de onde virá o auxílio àqueles que abrem empresas, empregam pessoas e recursos financeiros capazes de gerar riquezas ao país?

Resta às empresas com bom capital contratar consultorias e assessorias, profissionais que, quando competentes, cobram honorários significativos muito além da capacidade financeira das pequenas.

Será que a solução é fechar as portas, contabilizar o prejuízo e voltar a lutar por uma vaga de empregado no mercado tão acirrado?

Acredito que há outros caminhos capazes de salvar o empresário em dificuldades. Um deles – considero o mais apropriado – é o sindicato patronal. Empresários unidos ganham força e voltam-se para a identificação das dificuldades e criação de meios para solucioná-las.

Normalmente os sindicatos patronais desejam ardentemente ajudar seus associados (empresas e empresários), mas nem sempre conhecem seus desejos e acabam por oferecer tantos serviços que confundem ainda mais as coisas, matando um bem-te-vi com uma cartucheira.

Vejamos o caso dos sindicatos patronais dos contabilistas, orgulhosos da imensa carga horária de cursos oferecida, como legislação trabalhista, fechamento das demonstrações financeiras, retenções de tributos, substituição tributária, escrituração fiscal etc. Onde está o principal?

O maior desejo dos empresários é saber como fazer para obter lucro, ou seja, GANHAR DINHEIRO.

Normalmente todos os empresários contábeis já estão habilitados para ofertar serviços, uns com mais e outros com menos qualidade (naturalmente os diversos cursos citados acima são necessários, mas apenas complementarmente, atribuição que pode ficar a cargo de outras entidades).

Insisto para que os SINDICATOS PATRONAIS foquem o trabalho em promover seus associados a ganhar dinheiro, o que os deixará valorizados. Empresário forte resulta em sindicato forte.

Desafio os dirigentes patronais a pesquisar junto aos associados em que desejam que a entidade patronal os assista.

Certamente surgirão muitos pedidos, entre eles a forte convocação por metodologias e ferramentas para vender mais e alcançar lucro justo.

Se é o que desejam, se é o que faz o negócio prosperar, se é o que o Governo ambiciona (mais venda, mais tributo), se o sindicato ganhará com associados mais satisfeitos, por que não é investido fortemente nesta área?

Gilmar Duarte é contador, diretor do Grupo Dygran, palestrante, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” e membro da Copsec do Sescap/PR.

Com esta obra o pequeno e médio empresário terá condições de compreender a importância da precificação correta para a sobrevivência de qualquer organização e comprovará que a mesma é menos complexa do que parece, sentindo-se motivado a implantá-la na sua empresa prestadora de serviços!Totalmente atualizada e com linguagem acessível!  Guia para implementação de cálculo do preço de serviços contábeis e correlatos. Escritórios contábeis e profissionais de contabilidade têm um dilema: quanto cobrar de seus clientes? Agora chega às suas mãos um guia prático, passo-a-passo, de como fazer este cálculo de forma adequada. Com linguagem acessível, a obra facilita ao profissional contábil determinar com máxima precisão o preço de seus serviços a clientes e potenciais clientes.Clique aqui para mais informações.

Por Gilmar Duarte

Em todas as atividades existem profissionais de variados níveis e é essa diferença que implicará no valor financeiro do serviço prestado. Assim como há diferentes níveis de profissionais, também há níveis diferenciados de clientes.

Oferte o que possui de melhor e cobre o valor que julgar justo. Se o cliente sugerir um valor que você considera indigno, analise se ao aceitá-lo ofertará trabalho igualmente indigno.

Vivemos numa colossal sociedade capitalista, que tem como principal objetivo – muitas vezes único – a conquista de lucros sob qualquer pretexto. Enganar o cliente repassando serviços destoantes do prometido pode gerar lucro imediato e encerrar a relação comercial ali mesmo, no primeiro trabalho.

Para ser duradouro, o relacionamento cliente e fornecedor vai além de valores desprezíveis, caso contrário pode se tornar tão gélido quanto o ar polar.

Há empresários que, desconhecendo a importância, as responsabilidades, os riscos e a assessoria oferecida por um bom contador optam por fazer o orçamento do serviço contábil de suas empresas pelo telefone ou internet, e acabam selecionando aquele de menor preço, sem ao menos terem conhecido o profissional, as instalações físicas e referências do escritório, entre outros cuidados.

Alguns empresários reclamam da ineficiência do seu contador e preferem nem conversar com este profissional por considerá-lo desprovido de conhecimentos. Serão todos assim?

Os clientes que valorizam a assessoria de bons profissionais buscam empresas contábeis que possuam história, que sejam formadas por especialistas, estejam instaladas adequadamente e ofereçam referenciais.

Um profissional com estas características tem um valor diferenciado, tanto no preço financeiro quanto na qualidade do trabalho. O custo benefício é altamente concreto.

Os colegas empresários contábeis por vezes ficam decepcionados com o mercado em virtude da concorrência desleal, que acaba sugerindo a inexistência de motivos para continuar na luta pela prestação de serviços contábeis com qualidade.

Afirmo a esses colegas que há muitos clientes interessados em trabalhos de excelência, mas é preciso que os benefícios oferecidos sejam muito bem apresentados.

Invista em si mesmo. Delegue as funções rotineiras e torne-se um gestor, um empresário contábil, pois ao final os bons contadores vencerão e o preço será medido com a régua da aptidão, competência, habilidade e talento do profissional.

Gilmar Duarte é contador, diretor do Grupo Dygran, palestrante, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” e membro da Copsec do Sescap/PR.

Com esta obra o pequeno e médio empresário terá condições de compreender a importância da precificação correta para a sobrevivência de qualquer organização e comprovará que a mesma é menos complexa do que parece, sentindo-se motivado a implantá-la na sua empresa prestadora de serviços!Totalmente atualizada e com linguagem acessível!  Guia para implementação de cálculo do preço de serviços contábeis e correlatos. Escritórios contábeis e profissionais de contabilidade têm um dilema: quanto cobrar de seus clientes? Agora chega às suas mãos um guia prático, passo-a-passo, de como fazer este cálculo de forma adequada. Com linguagem acessível, a obra facilita ao profissional contábil determinar com máxima precisão o preço de seus serviços a clientes e potenciais clientes.Clique aqui para mais informações.

Por Gilmar Duarte

Não precisaria ser assim, mas na maioria das vezes o cliente deseja conseguir o serviço pelo menor preço possível, mesmo que o fornecedor tenha prejuízo. Como fazer para se defender desta armadilha?

A valorização do esforço é o desejo de todos nós, mas nem sempre se alcança o mérito sonhado mesmo quando há vitória. Encontramos muitos filhos, empregados, voluntários nas comunidades e empregadores frustrados porque o esforço, com ou sem sucesso, não foi reconhecido e valorizado com elogios, medalhas, prêmios etc.

Por vezes aos pais, mestres ou encarregados, esses resultados passaram como algo corriqueiro, pois os desconheciam como frutos de tanto esforço e coragem.

Imagine, num dia comum, cruzar com um jovem em trajes de atleta, mas com passos curtos e lentos. Certamente ele será considerado uma pessoa comum que está treinando, talvez sem muita perspectiva, para se tornar um atleta. Mais tarde você descobre tratar-se de um super atleta na parte final da corrida de 100 quilômetros.

Cometer injustiças pela falta de reconhecimento ou ser injustiçado é a mesma coisa, basta saber de qual lado se está. Não reconhecer ou não ser reconhecido é fato corriqueiro que acontece diariamente pela ineficácia na comunicação, ou seja, não se comunica adequadamente o que está sendo realizado ou não se deseja dedicar atenção para ouvir o que a outra parte irá fazer, está fazendo ou fez.

Vamos trazer este exemplo para o ramo da prestação de serviços e analisar os dois lados da situação. Veja em qual dos lados você está.

O proprietário de uma empresa solicita ao seu contador, sem pedir orçamento, pois julga que já paga a mensalidade, que atenda às solicitações da instituição bancária para fazer o financiamento de uma nova e moderna máquina. O processo solicitado pelo banco é composto do preenchimento de um cadastro completo, diversas certidões negativas, cópias autenticadas de documentos e outras informações.

O contador prontamente inicia o processo, que fica pronto em poucos dias. O cliente imaginava que no mesmo dia seria tudo entregue, tendo ficado insatisfeito com a morosidade do contador, mas nada disse.

No final do mês o contador adiciona o valor deste serviço ao horário mensal e o cliente, furioso, diz que já paga a mensalidade e recorda ao profissional a excessiva demora.

Quem está certo? Vamos ponderar os dois lados e ao final talvez seja possível saber quem acertou. Primeiramente, o cliente afirma que já paga a mensalidade e se o serviço teria cobrança acessória, ele entende que deveria ter sido comunicado antes da execução.

Já o contador explica que, de acordo com o contrato de serviços assinado por ambos, este serviço não está incluso. Além disso, foram empregados esforços para executar o serviço em tempo recorde.

É possível observar que houve erro dos dois lados. O cliente deveria ter reconhecido, de acordo com o contrato, que o serviço é acessório, ou seja, com cobrança adicional, mas também o contador deveria ter feito a seguinte pergunta: o senhor gostaria de receber previamente o orçamento do serviço?

Muitas vezes o cliente sabe que o serviço não está contemplado no contrato, mas “dá uma de João sem braço” para tentar conseguir o serviço de graça ou pelo menor preço possível.

O contador teria resolvido o problema logo no início se oferecesse o orçamento com detalhes das diversas etapas do serviço, inclusive o prazo necessário.

A boa comunicação pode ser a chave perfeita para evitar constrangimentos, pois a falta dela poderá até inviabilizar a continuidade do contrato.

Gilmar Duarte é contador, diretor do Grupo Dygran, palestrante, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” e membro da Copsec do Sescap/PR.

Com esta obra o pequeno e médio empresário terá condições de compreender a importância da precificação correta para a sobrevivência de qualquer organização e comprovará que a mesma é menos complexa do que parece, sentindo-se motivado a implantá-la na sua empresa prestadora de serviços!Totalmente atualizada e com linguagem acessível!  Guia para implementação de cálculo do preço de serviços contábeis e correlatos. Escritórios contábeis e profissionais de contabilidade têm um dilema: quanto cobrar de seus clientes? Agora chega às suas mãos um guia prático, passo-a-passo, de como fazer este cálculo de forma adequada. Com linguagem acessível, a obra facilita ao profissional contábil determinar com máxima precisão o preço de seus serviços a clientes e potenciais clientes.Clique aqui para mais informações.

 

Por Gilmar Duarte

Porque alguém sentiu necessidade de marcar o tempo.

Ora, mas o tempo, naquele tempo, passava tão devagar…por que alguém desejou controlar um tempo tão preguiçoso?

Temos a impressão de que na Antiguidade tudo caminhava vagarosamente. Um dia era muito e bastava saber isso, mas alguém, por volta do ano 600 a.C., desejou fracioná-lo e dividi-lo em 24 horas, cada hora em 60 minutos, cada minuto em 60 segundos.

Os registros dão conta de que tudo começou com o relógio de água (clepsidras), depois de sol, de areia (ampulhetas), então veio o relógio mecânico, de bolso, de pulso (talvez invenção do Santos Dumont) e finalmente o digital, o mais usado na atualidade.

Acredito que a preocupação em controlar o tempo já naquela época tão distante revela a importância de aproveitá-lo de forma mais eficiente.

Saber o tempo que falta, o que já passou ou o utilizado para desempenhar determinada tarefa possibilitava estimar o tempo necessário para cumprir outro projeto.

Caso o prazo fosse maior do que o necessário podia-se estimar quantas pessoas a mais teriam de ser incluídas para conclui-lo no prazo desejado.

Quando será que começou-se a medir o tempo para fazer comparações de eficiências?

Se não existisse relógios, como seria possível melhorar a eficiência de corridas de pedestres, bicicletas ou de carros?

Apenas dizer que Usain Bolt ou o saudoso Ayrton Senna chegaram antes que todos, ou ainda que venceram mais corridas que seus adversários.

Mas é possível comparar tempos realizados hoje com os do passado. Com o tempo cronometrado é possível calcular a velocidade e fazer diversas comparações, mesmo com o passado, como pudemos observar nas piscinas olímpicas na Rio-2016.

E nós, empresários da contabilidade, já utilizamos este antigo e fabuloso instrumento para melhorar o rendimento das tarefas?

Já conseguimos compreender que o tempo é a metodologia que mais claramente permite custear os serviços e pode ser uma ferramenta no auxílio para precificar?

Em 2010, quando começou a ser desenvolvida para adoção pelas empresas contábeis, essa metodologia era totalmente desacreditada.

Ouvi ilustres pessoas da área contábil falarem: “muitos tentaram desenvolver metodologias de custeio e precificação, mas todas resultaram em nada e esta será mais uma fadada ao fracasso”.

No entanto, o grupo insistiu no desenvolvimento e em 2012 foi lançada, para todo o Brasil, a obra “Honorários Contábeis. Uma solução baseada no estudo do tempo aplicado”, cujos milhares de exemplares comercializados ajudaram inúmeros empresários contábeis.

A título de exemplo, veja que a iluminação foi inventada há muito tempo e a cada ano é aprimorada, mas a ideia de clarear as noites continua a mesma.

Assim como o controle do tempo tem a mesma base do passado, os mesmos objetivos, ou seja, é uma ferramenta de marcação do tempo.

Os empresários que se utilizam de mão de obra para executar tarefas devem considerar o custo das pessoas e fracioná-lo em função do tempo.

Assim, depois de anotado o tempo utilizado para desenvolver a tarefa, será possível saber o custo, e em função do preço praticado, saber se foi apurado lucro ou prejuízo.

Ainda com a marcação do tempo será possível comparar a tarefa desenvolvida hoje com a média do passado ou com a de outro profissional. Não é fabuloso?

Se a sua empresa ainda não pratica o controle do tempo aproveite este momento para refletir, pois seus concorrentes estão procurando ser mais eficientes e se utilizarem menos tempo terão menor custo e poderão oferecer o serviço com preço inferior, sem esquecer do lucro.

Isto não é aviltamento de honorário, mas trabalho com eficiência.

Hoje, século XXI, temos a impressão de que o tempo é mais curto e que é impossível realizar todas as tarefas, mas isto acontece pela absoluta falta do controle do tempo. O dia continua possuindo 24 horas, assim como era no ano 600 a.C.

Gilmar Duarte é contador, diretor do Grupo Dygran, palestrante, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como ganhar dinheiro na prestação de serviços” e membro da Copsec do Sescap/PR.

Com esta obra o pequeno e médio empresário terá condições de compreender a importância da precificação correta para a sobrevivência de qualquer organização e comprovará que a mesma é menos complexa do que parece, sentindo-se motivado a implantá-la na sua empresa prestadora de serviços!Totalmente atualizada e com linguagem acessível!  Guia para implementação de cálculo do preço de serviços contábeis e correlatos. Escritórios contábeis e profissionais de contabilidade têm um dilema: quanto cobrar de seus clientes? Agora chega às suas mãos um guia prático, passo-a-passo, de como fazer este cálculo de forma adequada. Com linguagem acessível, a obra facilita ao profissional contábil determinar com máxima precisão o preço de seus serviços a clientes e potenciais clientes.Clique aqui para mais informações.

Informar o blog do autor: http://www.gilmarduarte.com.br é a fonte original dos artigos.

Por Gilmar Duarte

Conhecer o real significado de precificar poderá dar-lhe subsídios para tornar a tarefa mais eficiente no momento mágico de decidir o preço dos serviços e produtos.

Nos últimos anos tenho pesquisado e debatido com muitos colegas empresários de todo o Brasil sobre o tema precificação.

O processo de definir preço de venda para um serviço ou produto é muito mais complexo do que se imagina.

Inúmeros fracassos empresariais são motivados pela falta de lucro, processo intimamente ligado à precificação.

No momento de comprar um produto ou serviço, certamente o lucro do fornecedor não é a prioridade do cliente.

Para obter lucro, quase sempre uma premissa de quem vende algo, é preciso ser eficiente, pois o preço poderá estar achatado pela oferta acirrada de alguns concorrentes.

A eficiência não está ligada somente à geração de lucro ao igualar o preço com as ofertas do mercado, mas ao incentivo ao cliente em pagar mais pelos diferenciais do seu produto (marca, qualidade etc.).

Há excelentes definições do significado de PRECIFICAR, mas proponho aquela que, no meu entendimento, explica de maneira mais simples este processo tão importante na vida dos empresários.

Precificar é pensar, pesquisar, apurar custos, atribuir valores, processar as informações e definir o preço e condições da venda para alcançar um ou mais objetivos.

Permito-me a detalhar cada uma das palavras colocada nesta definição, tornando-a mais elucidativa:

Pensar: é o primeiro passo para adentrar no processo complexo da precificação. De nada adianta aplicar fórmulas ou fazer pesquisas se não há um profundo processo de reflexão sobre o que queremos fazer.

Pesquisar: antes de colocar um serviço ou produto no mercado é necessário pesquisar para saber o que o mercado oferece: qualidade, preço, entrega e outras condições. Também é essencial pesquisar os potenciais clientes para saber o que esperam do serviço ou produto.

Apurar custos: talvez não seja o mais importante, mas sem dúvidas é necessário conhecer cuidadosamente os custos que estarão envolvidos para a prestação dos serviços ou disponibilização dos produtos. Esta etapa permite concluir se a prática de determinado preço reverterá em lucro.

Atribuir valores: identificar os diferenciais dos seus serviços ou produtos é fundamental para informar os clientes e incentivá-los pagar mais. Para não ser nivelado por baixo, ou seja, comparar apenas pelo preço, é necessário apresentar aos clientes os valores que o diferenciam dos demais.

Processar as informações: de posse das informações, é preciso saber manuseá-las, descobrir o que há de importante por trás de cada uma delas. Este é o momento de refletir se há necessidade do produto ou serviço sofrer alterações ou sugerir a melhor forma de comercializá-lo.

Definir o preço e condições de vendas: com o processamento das informações acima citadas é possível definir o preço de venda com muita segurança, além de permitir melhor preço de acordo com a condição de venda (prazo e outras facilidades). Por exemplo: clientes com restrições no cadastro e o fornecedor que comercializa sem consulta cadastral. Obviamente é necessário considerar a inadimplência e a perda.

Alcançar um ou mais objetivos: o objetivo deverá estar claramente definido na cabeça do empresário. Veja alguns exemplos:

  • Concordo trabalhar com até 10% de prejuízo durante um ano para conquistar o mercado.
  • Um dos produtos ou serviços que comercializarei poderá apresentar prejuízo, pois representa apenas 5% das vendas, e servirá para atrair os clientes.
  • Determinado palestrante em minha cidade decidiu que fará as primeiras 100 palestras gratuitamente para fixar o seu nome.
  • Um produto terá o preço com margem altíssima, para servir de balizamento. Assim o vendedor oferece, posteriormente, outro de valor bem menor. Esta tática mostrará o custo benefício mais vantajoso para o cliente.

Ter objetivos bastante claros e conhecer as regras da PRECIFICAÇÃO são fundamentais para estabelecer o preço com expressiva segurança.

Gilmar Duarte é contador, diretor do Grupo Dygran, palestrante, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como ganhar dinheiro na prestação de serviços” e membro da Copsec do Sescap/PR.

Guia para implementação de cálculo do preço de serviços contábeis e correlatos. Escritórios contábeis e profissionais de contabilidade têm um dilema: quanto cobrar de seus clientes? Agora chega às suas mãos um guia prático, passo-a-passo, de como fazer este cálculo de forma adequada. Com linguagem acessível, a obra facilita ao profissional contábil determinar com máxima precisão o preço de seus serviços a clientes e potenciais clientes.Clique aqui para mais informações.  Com esta obra o pequeno e médio empresário terá condições de compreender a importância da precificação correta para a sobrevivência de qualquer organização e comprovará que a mesma é menos complexa do que parece, sentindo-se motivado a implantá-la na sua empresa prestadora de serviços!Totalmente atualizada e com linguagem acessível!

por Gilmar Duarte

Esta curta reflexão sobre ética poderá incentivá-lo a se aprofundar no tema, que é a essência da vida humana.

A felicidade, desejo de todo homem e de toda mulher, passa por viver com ética, inclusive nos negócios.

“O termo ética, proveniente do vocábulo grego ethos, significa costume, maneira habitual de agir, índole. […] Ética pode ser entendida como a ciência voltada para o estudo filosófico da ação e conduta humana”.

Em outras palavras, “é a parte da filosofia que estuda a moralidade do agir humano, quer dizer, considera os atos humanos enquanto são bons ou maus.”

Com base nesta definição é possível concluir que todos, ao menos um pouco, somos filósofos, pois toda pessoa busca interpretar o que é certo e errado nas mais diversas atividades, inclusive empresarial.

Apesar de este comportamento ser normal é prudente que o julgamento preceda de razoável investigação dos fatos, pois constantemente as nossas ações também estão sendo julgadas pelos outros, é bom lembrar.

Sócrates, Platão e Aristóteles tinham propostas éticas fundamentadas na ideia do bem. Eles acreditavam que todos atuam procurando um bem e o maior deles é a felicidade virtuosa, ou seja, a disposição para fazer o bem.

Poeticamente isto é muito bonito, mas difícil de colocar em prática em todos os momentos. A reflexão sempre deve anteceder a tomada de decisão, inclusive nos negócios, o que para muitos parece ser simplesmente um negócio para lucrar, pois pode estar prejudicando terceiros.

Duas perguntas que ajudam na tomada de decisão são: eu contaria para os meus pais, esposa, filhos e melhores amigos exatamente como a negociação aconteceu? Terei orgulho de como fiz?

Titubear em qualquer resposta sugere problemas éticos. “A ética não é somente questão de conveniência, mas também condição necessária para a sobrevivência da sociedade.”

Uma legislação clara, objetiva e com instrumentos que possibilitem seu cumprimento contribui para elevar os padrões éticos.

Portanto, é necessário sermos éticos – estudemos a vida – das pessoas às quais entregaremos nossos votos para representar toda a nação, pois são elas que poderão aprimorar e criar leis que determinem o que é o bem que esperamos.

Agir eticamente com você também deve ser uma premissa. A prática de ações que desvalorizam o seu trabalho fará com que o seu rendimento seja ínfimo, dificultará sua atualização e o retorno pode ser insuficiente para sustentar, com dignidade, você e as pessoas a quem ama.

O lucro não é tudo, mas um meio para alcançar o fim de determinado empreendimento que contempla gerar empregos e outros benefícios para a sociedade.

“O autêntico sábio procura agir sempre buscando o ideal ético. Quando erra, retifica.”

Esta reflexão é fruto do livro Fundamentos de Ética Empresarial e Econômica, de autoria da Maria Cecilia Coutinho de Arruda e outros (2001). Todas as citações destacadas foram extraídas deste livro.

Gilmar Duarte é palestrante, contador, diretor do Grupo Dygran, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” e membro da Copsec do Sescap/PR.

Com esta obra o pequeno e médio empresário terá condições de compreender a importância da precificação correta para a sobrevivência de qualquer organização e comprovará que a mesma é menos complexa do que parece, sentindo-se motivado a implantá-la na sua empresa prestadora de serviços!Totalmente atualizada e com linguagem acessível!  Guia para implementação de cálculo do preço de serviços contábeis e correlatos. Escritórios contábeis e profissionais de contabilidade têm um dilema: quanto cobrar de seus clientes? Agora chega às suas mãos um guia prático, passo-a-passo, de como fazer este cálculo de forma adequada. Com linguagem acessível, a obra facilita ao profissional contábil determinar com máxima precisão o preço de seus serviços a clientes e potenciais clientes.Clique aqui para mais informações.

Gilmar-Duarte

Atenção: O autor aceita sugestões para aprimorar o artigo, no entanto somente poderá ser publicado com modificações se houver a prévia concordância do autor.

Informar o blog do autor: http://www.gilmarduarte.com.br é a fonte original dos artigos


%d blogueiros gostam disto: