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por Gilmar Duarte 

Quanto é o seu pró-labore? Você diferencia o pró-labore do lucro distribuído? Este controle poderá responder a necessidade de dar o primeiro passo para valorizar o seu trabalho e investimento.

Infelizmente, grande parcela de empresários não consegue responder com segurança a duas perguntas: quanto é o seu pró-labore? Qual é o lucro líquido da sua empresa? Sem firmeza para responder estas duas perguntas é impossível administrar bem qualquer atividade.

Afinal de contas, o que é o pró-labore? O especialista em administração financeira Mauricio Galhardo define da seguinte forma: “o pró-labore é um valor fixo, pago ao sócio por mês, se este trabalha na empresa.

Este valor deve ser justo com a empresa e com o mercado. Pró-labore se define pelo valor do trabalho e não pelo quanto o dono gostaria de ganhar.

Uma boa forma de definir o pró-labore é se perguntar: quanto eu pagaria para uma pessoa fazer isso?”

A definição acima é clara e possibilita compreender que o pró-labore não é aquele salário mínimo que muitas pessoas declaram e recolhem à Previdência Social, bem como não é o valor absurdo que o empresário deseja que lhe sobre todo mês. Pró-labore é o salário justo para o empresário que trabalha e que seria cobrado pela pessoa que o substituísse.

Depois que a empresa reconheceu todos dos custos (fixos e variáveis), inclusive os tributos e o pró-labore, o que sobrar (receita bruta – custos totais) é chamado de lucro líquido.

Para conhecer o percentual do lucro líquido basta dividi-lo pelo faturamento bruto. Atenção: lembre-se que o resultado negativo significa que a sua empresa não está gerando lucro. Se for o caso deduza este prejuízo do seu pró-labore para confirmar que a empresa não está conseguindo sequer pagá-lo um pró-labore justo.

Se o lucro líquido da sua empresa estiver com bom retorno sobre o investimento, está de parabéns. É possível, então, que você esteja praticando preços justos para os seus clientes e remunerando o capital próprio e de terceiros.

Do contrário, você precisa rever os preços. O ideal é implantar uma metodologia de precificação que lhe permita conhecer o lucro líquido por cliente, por linha de produto ou por atividade.

Gilmar Duarte é palestrante, contador, CEO do Grupo Dygran (indústria comércio do vestuário, software ERP e contabilidade), autor das obras “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” .

Com esta obra o pequeno e médio empresário terá condições de compreender a importância da precificação correta para a sobrevivência de qualquer organização e comprovará que a mesma é menos complexa do que parece, sentindo-se motivado a implantá-la na sua empresa prestadora de serviços!Totalmente atualizada e com linguagem acessível!  Guia para implementação de cálculo do preço de serviços contábeis e correlatos. Escritórios contábeis e profissionais de contabilidade têm um dilema: quanto cobrar de seus clientes? Agora chega às suas mãos um guia prático, passo-a-passo, de como fazer este cálculo de forma adequada. Com linguagem acessível, a obra facilita ao profissional contábil determinar com máxima precisão o preço de seus serviços a clientes e potenciais clientes.Clique aqui para mais informações.

Por Gilmar Duarte

Administrar uma empresa é tarefa que exige muita dedicação, destreza  e conhecimento, atribuições que demandam constante atualização para atingir resultados mensuráveis capazes de manter o empreendimento vivo e viável.

Financeira e economicamente falando, é imprescindível que a mensuração seja com base em escrituração contábil consistente e regular.

É comum pessoas entrarem no mundo dos negócios sem muita ambição e aos poucos darem-se conta de que aquilo que parecia ser apenas uma pequena fonte de renda para o sustento da família tornou-se um empreendimento de maior vulto, transformando seu idealizador em um empresário.

Ao perceber que o negócio cresceu mais do que havia sonhado ou imaginado sem muito planejamento, o agora empresário se questiona: como fazer para gerir?

A facilidade inicial decorrente do pequeno número de dados desapareceu, deixando em seu lugar muitas dúvidas para obter informações úteis à tomada de decisões.

Em outro extremo, empresários já bem sucedidos e com muitos anos de bagagem também pode se sentir desmotivados em face das grandes e velozes  mudanças impostas pelo mercado, sugerindo haver chegado o momento da aposentadoria.

Buscar conhecimento através de cursos e treinamentos é uma ferramenta indispensável, assim como assessorar-se de bons profissionais. Gerentes capacitados contribuirão significativamente para dividir o peso e as responsabilidades das atribuições de administrar, sempre em busca de meios mais eficazes e competitivos.

Peter Drucker, escritor, consultor e considerado o pai da administração moderna, afirmava que “não se gerencia o que não se pode medir”. Medir, obviamente, requer controles, e o melhor controle empresarial é ter na contabilidade uma fonte de dados confiáveis e permanentes.

Para tanto, as empresas precisam assumir determinadas posturas para alcançar resultados mensuráveis. São elas:

· Criar novos produtos, serviços ou novas formas de gestão;

· Inovar aquilo que necessita de um toque para atualizar-se com a nova proposta de mercado;

· Abandonar ideias ou produtos que já apresentaram bons resultados, mas que no momento não têm mais aceitação.

Gilmar Duarte é Contador, diretor do Grupo Dygran, palestrante, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” e membro da Copsec do Sescap/PR.

Guia para implementação de cálculo do preço de serviços contábeis e correlatos. Escritórios contábeis e profissionais de contabilidade têm um dilema: quanto cobrar de seus clientes? Agora chega às suas mãos um guia prático, passo-a-passo, de como fazer este cálculo de forma adequada. Com linguagem acessível, a obra facilita ao profissional contábil determinar com máxima precisão o preço de seus serviços a clientes e potenciais clientes.Clique aqui para mais informações.  Com esta obra o pequeno e médio empresário terá condições de compreender a importância da precificação correta para a sobrevivência de qualquer organização e comprovará que a mesma é menos complexa do que parece, sentindo-se motivado a implantá-la na sua empresa prestadora de serviços!Totalmente atualizada e com linguagem acessível!

Nos textos iniciais desta série analisamos a Capacidade Produtiva e os Custos Diretos. Agora abordaremos as Despesas de Comercialização e o Lucro.

A precificação com base nos custos, contestada por alguns, é fundamental para garantir a lucratividade, desde que não ocorra de forma isolada.

Imagino que você, leitor, tenha um pouco de noção de culinária. Ao menos eu não passo fome se estou sozinho em casa. Então vou fazer uso dela para explicar a importância da ordem dos fatos.

Quando resolve fazer um bolo, primeiro nossa mãe pensa na receita. Se o bolo já foi feito diversas vezes talvez a receita seja dispensável, senão ela recorrerá ao caderninho. Na sequência ela verifica se possui todos os ingredientes e observa a ordem de cada um deles. Adiciona os primeiros ingredientes, bate a massa e inclui os outros.

Se necessário deixa o bolo crescer, aquece o forno e enfim o coloca para assar pelo tempo exato para não ficar cru e nem queimar. Depois de aguardar esfriar, é hora de chamar a família para provar a delícia.

Caso o “fazedor de bolo” esteja sem tempo ou paciência e resolve ir diretamente para a etapa final, ou seja, colocar os ingredientes no forno, dará certo?

Na precificação não é diferente. Há uma ordem a ser seguida, mas é comum ver pessoas definirem o preço sem buscar conhecer as etapas anteriores.

Os custos diretos, que vimos na etapa 3, tem semelhança com as despesas variáveis, ou seja, ambos variam de acordo com o volume de produção ou venda. Isto quer dizer que quanto mais se produz, maiores são os custos diretos.

O fabricante de roupas consumirá mais tecido se produzir mais. Assim acontece com as despesas de comercialização, geralmente altas na mesma produção do volume da venda.

Os exemplos mais comuns das despesas de comercialização, ou despesas variáveis de vendas, são as comissões e os tributos (impostos sobre a venda), mas outros itens poderão ser incrementados, caso da provisão de perdas com clientes e dos prejuízos com a responsabilidade civil.

O valor a considerar neste levantamento não é o financeiro, mas os percentuais que incidirão sobre o preço de venda. Veja que só estamos apurando os custos, não sabemos qual será o preço de venda, mas já nos preocupamos com o percentual que incidirá sobre o preço que será calculado depois.

Apesar de parecer uma coisa engenhosa, talvez uma mágica, não é. Trata-se de uma fórmula simples que será explicada na quinta etapa desta série de artigos.

Tomemos como exemplo uma empresa cujo regime tributário adotado é o Simples Nacional. Juntamente com o seu contador apure o valor dos tributos que incidirão sobre as vendas e as outras despesas variáveis:

            Tributos                                  10,04%

            Comissões                                5,00%

            Encargos s/ comissões             1,60%

            Provisão de perdas                  1,50%

            Responsabilidade civil            2,00%

            Frete de vendas                       1,30%

            Outras                                     0,56%

            Soma das despesas               22,00%

            Lucro desejado                      20,00%

            Despesas + Lucro                   42,00%

Observe que sobre o preço de venda, seja ele qual for, incidirá 22% de encargos. O lucro foi adicionado, pois tem a mesma metodologia para embuti-lo.

Depois de encontrados todos os custos faça uma conta que inclua os 42% para sobrar ao empresário 20% de lucro, o que veremos depois.

Acompanhe esta série de artigos a fim de conseguir definir o preço de venda com maior segurança.

Gilmar Duarte é palestrante, contador, diretor do Grupo Dygran, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” e membro da Copsec do Sescap/PR.

Com esta obra o pequeno e médio empresário terá condições de compreender a importância da precificação correta para a sobrevivência de qualquer organização e comprovará que a mesma é menos complexa do que parece, sentindo-se motivado a implantá-la na sua empresa prestadora de serviços!Totalmente atualizada e com linguagem acessível!  Guia para implementação de cálculo do preço de serviços contábeis e correlatos. Escritórios contábeis e profissionais de contabilidade têm um dilema: quanto cobrar de seus clientes? Agora chega às suas mãos um guia prático, passo-a-passo, de como fazer este cálculo de forma adequada. Com linguagem acessível, a obra facilita ao profissional contábil determinar com máxima precisão o preço de seus serviços a clientes e potenciais clientes.Clique aqui para mais informações.

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por Gilmar Duarte 

Quanto é o seu pró-labore? Você diferencia o pró-labore do lucro distribuído? Este controle poderá responder a necessidade de dar o primeiro passo para valorizar o seu trabalho e investimento.

Infelizmente, grande parcela de empresários não consegue responder com segurança a duas perguntas: quanto é o seu pró-labore? Qual é o lucro líquido da sua empresa? Sem firmeza para responder estas duas perguntas é impossível administrar bem qualquer atividade.

Afinal de contas, o que é o pró-labore? O especialista em administração financeira Mauricio Galhardo define da seguinte forma: “o pró-labore é um valor fixo, pago ao sócio por mês, se este trabalha na empresa. Este valor deve ser justo com a empresa e com o mercado. Pró-labore se define pelo valor do trabalho e não pelo quanto o dono gostaria de ganhar. Uma boa forma de definir o pró-labore é se perguntar: quanto eu pagaria para uma pessoa fazer isso?”

A definição acima é clara e possibilita compreender que o pró-labore não é aquele salário mínimo que muitas pessoas declaram e recolhem à Previdência Social, bem como não é o valor absurdo que o empresário deseja que lhe sobre todo mês. Pró-labore é o salário justo para o empresário que trabalha e que seria cobrado pela pessoa que o substituísse.

Depois que a empresa reconheceu todos dos custos (fixos e variáveis), inclusive os tributos e o pró-labore, o que sobrar (receita bruta – custos totais) é chamado de lucro líquido.

Para conhecer o percentual do lucro líquido basta dividi-lo pelo faturamento bruto. Atenção: lembre-se que o resultado negativo significa que a sua empresa não está gerando lucro. Se for o caso deduza este prejuízo do seu pró-labore para confirmar que a empresa não está conseguindo sequer pagá-lo um pró-labore justo.

Se o lucro líquido da sua empresa estiver com bom retorno sobre o investimento, está de parabéns. É possível, então, que você esteja praticando preços justos para os seus clientes e remunerando o capital próprio e de terceiros. Do contrário, você precisa rever os preços. O ideal é implantar uma metodologia de precificação que lhe permita conhecer o lucro líquido por cliente, por linha de produto ou por atividade.

Gilmar Duarte é contador, diretor do Grupo Dygran, palestrante, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” e membro da Copsec do Sescap/PR.

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Potencialize os lucros de seu negócio!

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Por Júlio César Zanluca, autor da obra “Gestão de RH“, e outras, de cunho contábil, tributário e trabalhista

No afã de cortar custos, os empreendedores devem cuidar das “armadilhas” que surgem, mas são perfeitamente previsíveis.

Demitir pessoal qualificado é um deles. Especialmente demitir funcionários que tem alta produtividade.

Ora, as vezes os critérios de demissão são aleatórios, e demite-se o “mais novo”, o “solteiro”, o “que não fala muito”, etc. Critérios absolutamente arbitrários, que podem levar a situações até de aumentar os custos, em decorrência da falta de senso na hora da decisão!

Além do custo altíssimo da demissão, como multas do FGTS, antecipação dos pagamentos de férias, 13º salário), aviso prévio indenizado (proporcional ao tempo de serviço), há a perda do investimento em treinamento (os concorrentes agradecem…) e a transmissão da sensação de que “o próximo poderá ser você” aos demais.

Mas, ao demitir um funcionário que tem alta produtividade, os demais podem não “aguentar” as exigências de substituí-lo à altura e demandar “horas extras” para cobrir os serviços.

A hora extra é absurdamente cara (no mínimo, 50% a mais que a normal), além do que o cansaço e a estafa do trabalhador fazerem desabar a produtividade. Além do adicional, a hora extra reflete ainda nas verbas salariais (DSR, férias e 13º salário).

Então pense bem antes de demitir alguém. Calcule e recalcule. Só o faça por absoluta impossibilidade de outra opção (você estudou mesmo todas as opções?). Ainda assim, siga o critério de demitir por competência (menor produtividade), senão… o prejudicado será seu negócio!

Fluxo de Caixa, Contas a Pagar, Contas a Receber, Estoques. Com linguagem acessível, a obra apresenta com clareza a prática financeira empresarial. As explicações vem acompanhadas por exemplos de fácil entendimento. Clique aqui para mais informações. Gestão de Finanças Empresariais

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Práticas para “sair da crise”

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por Júlio César Zanluca – coordenador dos sites Portal Tributário e Portal de Contabilidade

Não é só aos trabalhadores e aposentados que o dilema de pagar as contas do mês se apresenta.

Diariamente, os empreendedores deste país defrontam-se com exigências financeiras crescentes sobre seus negócios, agravados pelo atual cenário econômico nacional de recessão, desemprego, queda na renda dos consumidores, alta inflação, juros, dólar nas alturas, elevação de tributos, etc.

Como não é possível “fabricar dinheiro” nem “criar dinheiro” (como faz o governo, aumentando impostos), o jeito é atuar em 2 frentes estratégicas de forma simultânea:

  1. Aumento de vendas e
  2. Redução de custos.

Não cabe a mim, num artigo de texto breve, listar todas as hipóteses possíveis para um empreendedor sair do marasmo financeiro e vencer os obstáculos para a saúde financeira do negócio. Mas, obviamente, não poderia deixar aqui a grande questão que poucos (ou talvez nem todos) estejam atentos: a lucratividade.

Em desespero para “aumentar vendas”, o empreendedor se lança a promoções, liquidações, descontos, vantagens, programas de fidelidade aos clientes etc. Mas ouso perguntar: isso dá lucro ? Não estou me referindo a VENDAS, mas a LUCRO!.

Lucro é o resultado da grande equação econômica do setor privado (aquele que, de fato, faz a economia de um país girar e criar investimentos, inovação, empregos, etc.): LUCRO = RECEITAS – DESPESAS.

Ponha no papel (ou na planilha, como quiser), suas atuais receitas. Agora acrescente a “promoção” que você julga que irá tirar o seu negócio do “buraco”. Mas não se esqueça de listar, logo a seguir, as despesas que você vai ter com a dita “promoção”:

  • tributos (sempre muito presentes e elevados);
  • comissões dos vendedores (e os acréscimos que delas derivam, como DSR, férias, 13º salário…)
  • fretes (muito elevados, com pedágios aumentando, combustíveis em alta…)
  • reposição do estoque (com o dólar em disparada, repor um estoque mais “antigo” provavelmente lhe custará grande parte ou toda a margem de contribuição do produto)
  • capital de giro (como você irá financiar este incremento de vendas? qual o custo efetivo (IOF+juros) deste financiamento?)
  • taxas de cobrança (tarifas de cartões de crédito, taxa de boleto bancário, tarifas PayPal e PagSeguro)
  • horas extras de funcionários (para atender eventual demanda extra, com acréscimos no DSR, férias, 13º salário…)
  • propaganda e publicidade para divulgar e sustentar a “promoção”, etc.

Vale a pena todos estes cálculos? É claro que sim! Você pode estar jogando dinheiro fora, tendo um prejuízo (ou na melhor das hipóteses, um “zero a zero”) que irá aprofundar mais ainda a crise de pagamentos (falta de caixa) do seu negócio!

Esteja atento, procure orientação, reflexão, análise – pagar as contas exige mais do que simplesmente vender mais, ou apenas cortar custos e despesas – exige monitoramento constante do negócio (contabilidade), projeções e especialmente cautela nas ações.

Utilize a Contabilidade como Ferramenta de Gestão Empresarial! Fluxo de Caixa, custos, ponto de equilíbrio, orçamento e outros temas de gerenciamento das empresas. Exemplos de como utilizar a contabilidade para administração de negócios! Clique aqui para mais informações. Contabilidade Gerencial

Melhore a performance do seu negócio!

Obra prática para estes tempos de crise

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Conforme o Instituto Americano de Contadores Públicos Juramentados, são sintomas de fraudes nas empresas as seguintes ações:

1 – Pedir empréstimo de pequenas somas em dinheiro aos colegas de trabalho;

2 – Colocar cheques pessoais no caixa, trocando-os por dinheiro e pedindo ao caixa que os retenha;

3 – Cheques pessoais descontados e devolvidos pelo Banco, por algum motivo anormal. (cheque devolvido por algum engano: data errada, assinatura);

4 – Presença permanente de cobradores e credores ou diretores na empresa e contínuos telefonemas;

5 – Emitir vales para reembolso posterior descontando-os na caixa pequena para pagá-los quando receber salários, ou 13º salário;

6 – Tendência manifesta para omitir faltas praticadas por outros e encobrir erros de colegas ou de chefes;

7 – Constantes críticas negativas a terceiros pretendendo evitar suspeitas sobre si mesmo.

8 – Ter procedimento excêntrico e peculiar e dar respostas evasivas quando submetidos a interrogatórios;

9 – Ser praticante de qualquer tipo de jogo de azar sem possibilidade de arcar com os respectivos prejuízos

10 – Ser amante da bebida alcoólica em excesso, do consumo de drogas, da vida noturna e de amigos duvidosos;

11 – Comprar automóveis e outros objetos de alto valor (em relação ao nível financeiro da pessoa);

12 – Tentar explicar, sem justificativas o nível de vida que está levando;

13 – Elevar-se diante de perguntas embaraçosas ou mostrar-se tranquilo inclusive em interrogatórios imprevistos;

14 – Sendo contador recusar-se a mostrar a terceiros livros e documentos;

15 – Negar-se a tirar férias com medo que se descubram suas fraudes. Não aceitar promoções;

16 – Manter familiaridade com fornecedores;

17 – Manter contas bancárias de saldo elevado e realizar continuamente compra de grande vulto (valor).

Uma coletânea de aspectos relevantes de Auditoria de Gestão. Além de uma linguagem acessível, contém abordagens sobre controles imprescindíveis a qualquer empresa e ainda Modelos de Relatório de Auditoria Gerencial. Procedimentos entre erros e fraudes, prevenção de riscos, modelos de relatórios, planilhas, etc. Clique aqui para mais informações. Auditoria Gerencial

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Previna-se!

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A análise da geração de impostos como ICMS, IPI e ISS é essencial para a gestão empresarial, haja visto que inúmeras normas impostas pelo fisco trazem tanto ônus de calcular os tributos devidos e recolhê-lo nos prazos especificados (obrigação principal) quanto cumprir obrigações acessórias (como a EFD – Escrituração Fiscal Digital).

Sem uma avaliação regular, o contribuinte pode estar sendo onerado em razão de procedimentos adotados pela pessoa executora das tarefas de rotina, como, por exemplo, deixar de creditar-se do imposto nas hipótese admissíveis pelo regulamento ou aplicar alíquotas superiores às previstas para o produto ou serviço.

A análise de ICMS, IPI e ISS gerados pela empresa tem por objetivo:

–       Checar procedimentos e rotinas adotados pelo contribuinte industrial, comercial e prestador de serviço, com o objetivo de avaliar se estão em conformidade com a legislação fiscal em vigor.

–       Verificar, as operações existentes nos estabelecimentos, se estão em conformidade com as documentações pertinentes a cada caso, conforme determina a legislação fiscal, no que concerne a obrigações acessórias.

–        Verificar as hipóteses legais de redução tributária nas suas operações cotidianas.

Em particular, o ICMS, o grande vilão dos tributos, por sua complexidade e alcance, além de alíquotas elevadas (podendo chegar a 25% do valor das operações), exige conhecimento, pesquisa e monitoramento constante por parte dos gestores fiscais.

Os fiscos estaduais, no afã de completarem suas “quotas” de arrecadação, não raras vezes cometem desrespeito aos direitos dos contribuintes deste imposto, exigindo o cumprimento de normas que nem sempre atende ao disposto na Lei Federal que regulamenta o ICMS (Lei Kandir).

Como exemplos destaque-se :

– O ICMS não incide sobre operações de exportações;

– Pode-se creditar o ICMS sobre fretes pagos na aquisição de produtos, insumos e mercadorias para revenda;

– Créditos do ICMS sobre energia elétrica e outros serviços precisam ser analisados na sua extensão;

– A aquisição do imobilizado pode gerar valores de créditos, cabendo análise caso-a-caso de acordo com a finalidade do bem;

– Créditos acumulados podem ser transferidos;

– Particularidades da substituição tributária e sua possibilidade de recuperação.

Conheça uma obra voltada a estes assuntos:

ICMS eletrônico atualizável - bases do imposto e seus principais aspectos teóricos e práticos. Linguagem acessível abrange as principais características do ICMS e Tabela do CFOP. Clique aqui para mais informações. ICMS – Teoria e Prática

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Qualquer negócio sobrevive graças ao empreendedorismo, inovação, qualidade e gestão de preços e custos de seus produtos e serviços, além de otimização patrimonial (finanças e busca do lucro) e crescimento de seu mercado (expansão da clientela).

Nesta busca incessante e competitiva, o gestor necessita de dados confiáveis, para tomada de decisões e correções de rumos.

Um dos suportes mais importantes (senão o mais importante) é o conjunto de dados que denominamos “Contabilidade Gerencial”.

Contabilidade Gerencial, em síntese, é a utilização dos registros e controles contábeis com objetivo de gerir uma entidade.

O principal foco é medir o desempenho da organização – principalmente resultados (receitas – despesas), produtividade, gestão de atividades (filiais, produtos, serviços) – permitindo análise histórica e projeções (fluxo de caixa, orçamento).

A Contabilidade Gerencial proporciona informações para tomadas de decisões dos gestores, podendo beneficiar clientes (redução de custos e preços), fornecedores (incremento de pedidos e serviços advindo de decisões de expansão), governo (apuração e recolhimento dos tributos devidos), acionistas, sócios e trabalhadores (distribuição de resultados e elevação dos rendimentos advindos da produtividade e rentabilidade) e a sociedade como um todo (manutenção e geração de empregos e renda).

Mediante relatórios periódicos e confiáveis, os gestores poderão planejar e corrigir ações. Por exemplo, se os custos de produção vêm crescendo acima das receitas dos referidos produtos, pode-se investir em produtividade e racionalização administrativa, visando atingir um objetivo organizacional (lucro).

Veja técnicas de gestão baseadas no uso da Contabilidade Gerencial através da obra:

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Por comodismo, medo, desconhecimento ou outros fatores, os empreendedores deixam de gerar caixa para seus negócios mediante utilização de mecanismos legais, como a recuperação de tributos.

O processo inicia-se com a verificação de documentos e informações tributárias e contábeis, nos 5 anos anteriores. Busca-se, dentre as hipóteses, previstas na legislação – aquelas que poderão permitir gerar créditos fiscais para compensação futura.

Como exemplos:

– Recuperação de créditos extemporâneos do IPI e ICMS.

– Recuperação de créditos do PIS e COFINS.

– Créditos do REINTEGRA, etc.

Uma auditoria interna, ou mesmo uma revisão, poderá detectar a existência de tais valores. Uma estimativa razoável é que de 1 a 5% do faturamento de um negócio possam gerar créditos tributários, em função de uma revisão dos procedimentos, do desconhecimento da legislação tributária ou má aplicação da mesma.

Tais créditos, uma vez comprovados e documentados, gerarão direitos a compensação com débitos tributários futuros, possibilitando assim eventual economia de caixa, tão necessária aos empreendimentos nesta fase de retração econômica no Brasil.

Para nortear os gestores e auditores, recomendamos a leitura da obra:

Uma  explanação prática e teórica sobre as diversas formas de recuperação tributária - sua contabilidade pode esconder uma mina de ouro - você precisa explorar estes recursos! Recuperação de Créditos Tributários

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