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Por Júlio César Zanluca, autor da obra Contabilidade Gerencial

Todas empresas precisam de informações para nortear seus planos de negócios. A contabilidade, comprovadamente, é fonte indispensável de dados financeiros e econômicos. Porém, para sua maior utilidade, é necessário que tais dados, além de atualizados, sejam confiáveis (reais e efetivos).

Uma das maneiras de melhorar a qualidade das demonstrações contábeis é utilizando-se de auditoria contábil. Esta pode ser interna (feita por pessoas da própria empresa) ou externa (contratando-se auditores independentes para a execução dos exames).

Uma auditoria contábil é um conjunto de atividades técnicas e procedimentos, exercidas de forma sistematizada numa entidade, compreendendo a avaliação e exame dos procedimentos e das operações praticadas, com vistas a apurar a exatidão dos registros contábeis e a realidade das operações, e sobre estes emitir uma opinião.

A utilidade de se proceder ao exame das contas contábeis compreende um leque de benefícios para a entidade auditada, dentre os quais:

  1. Avaliação do controles internos (relatórios, consistência, fluxo de documentos e informações, atualizações, otimização de recursos financeiros, etc.).
  2. Prevenção de fraudes e erros.
  3. Transparência para investidores e financiadores, gerando, em tese, exigência de menores taxas (financiadores) e mais interesse em capitalização (investidores).
  4. Possibilidades de indicação de efeitos fiscais (planejamento tributário) e ajustes patrimoniais (como reservas de contingências), melhorando o fluxo de caixa.
  5. Melhoria dos relatórios e dados para gestão financeira e patrimonial (orçamento, fluxo de caixa, análise de rentabilidade, projeções, entre outros benefícios).

Conheça de forma prática como fazer uma auditoria contábil através da obra:

Uma coletânea de centenas de análises totalmente práticas para auditoria contábil!. Além de uma linguagem acessível, é uma obra atualizável. Contém pontos (questionários) sobre as contas e demais controles contábeis. Modelos de PTA - Papel de Trabalho, prontos para serem utilizados em uma auditoria, em planilha EXCEL, que diminuirá o seu tempo para a abertura de papéis de trabalho e análise. Clique aqui para mais informações. Manual Prático de Auditoria Contábil 

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Por Gilmar Duarte

Administrar uma empresa é tarefa que exige muita dedicação, destreza  e conhecimento, atribuições que demandam constante atualização para atingir resultados mensuráveis capazes de manter o empreendimento vivo e viável.

Financeira e economicamente falando, é imprescindível que a mensuração seja com base em escrituração contábil consistente e regular.

É comum pessoas entrarem no mundo dos negócios sem muita ambição e aos poucos darem-se conta de que aquilo que parecia ser apenas uma pequena fonte de renda para o sustento da família tornou-se um empreendimento de maior vulto, transformando seu idealizador em um empresário.

Ao perceber que o negócio cresceu mais do que havia sonhado ou imaginado sem muito planejamento, o agora empresário se questiona: como fazer para gerir?

A facilidade inicial decorrente do pequeno número de dados desapareceu, deixando em seu lugar muitas dúvidas para obter informações úteis à tomada de decisões.

Em outro extremo, empresários já bem sucedidos e com muitos anos de bagagem também pode se sentir desmotivados em face das grandes e velozes  mudanças impostas pelo mercado, sugerindo haver chegado o momento da aposentadoria.

Buscar conhecimento através de cursos e treinamentos é uma ferramenta indispensável, assim como assessorar-se de bons profissionais. Gerentes capacitados contribuirão significativamente para dividir o peso e as responsabilidades das atribuições de administrar, sempre em busca de meios mais eficazes e competitivos.

Peter Drucker, escritor, consultor e considerado o pai da administração moderna, afirmava que “não se gerencia o que não se pode medir”. Medir, obviamente, requer controles, e o melhor controle empresarial é ter na contabilidade uma fonte de dados confiáveis e permanentes.

Para tanto, as empresas precisam assumir determinadas posturas para alcançar resultados mensuráveis. São elas:

· Criar novos produtos, serviços ou novas formas de gestão;

· Inovar aquilo que necessita de um toque para atualizar-se com a nova proposta de mercado;

· Abandonar ideias ou produtos que já apresentaram bons resultados, mas que no momento não têm mais aceitação.

Gilmar Duarte é Contador, diretor do Grupo Dygran, palestrante, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” e membro da Copsec do Sescap/PR.

Guia para implementação de cálculo do preço de serviços contábeis e correlatos. Escritórios contábeis e profissionais de contabilidade têm um dilema: quanto cobrar de seus clientes? Agora chega às suas mãos um guia prático, passo-a-passo, de como fazer este cálculo de forma adequada. Com linguagem acessível, a obra facilita ao profissional contábil determinar com máxima precisão o preço de seus serviços a clientes e potenciais clientes.Clique aqui para mais informações.  Com esta obra o pequeno e médio empresário terá condições de compreender a importância da precificação correta para a sobrevivência de qualquer organização e comprovará que a mesma é menos complexa do que parece, sentindo-se motivado a implantá-la na sua empresa prestadora de serviços!Totalmente atualizada e com linguagem acessível!

Por Gilmar Duarte

Administrar uma empresa é tarefa que exige muita dedicação, destreza  e conhecimento, atribuições que demandam constante atualização para atingir resultados mensuráveis capazes de manter o empreendimento vivo e viável.

É comum pessoas entrarem no mundo dos negócios sem muita ambição e aos poucos darem-se conta de que aquilo que parecia ser apenas uma pequena fonte de renda para o sustento da família tornou-se um empreendimento de maior vulto, transformando seu idealizador em um empresário.

Ao perceber que o negócio cresceu mais do que havia sonhado ou imaginado sem muito planejamento, o agora empresário se questiona: como fazer para gerir?

A facilidade inicial decorrente do pequeno número de dados desapareceu, deixando em seu lugar muitas dúvidas para obter informações úteis à tomada de decisões.

Em outro extremo, empresários já bem sucedidos e com muitos anos de bagagem também pode se sentir desmotivados em face das grandes e velozes  mudanças impostas pelo mercado, sugerindo haver chegado o momento da aposentadoria.

Buscar conhecimento através de cursos e treinamentos é uma ferramenta indispensável, assim como assessorar-se de bons profissionais. Gerentes capacitados contribuirão significativamente para dividir o peso e as responsabilidades das atribuições de administrar, sempre em busca de meios mais eficazes e competitivos.

Peter Drucker, escritor, consultor e considerado o pai da administração moderna, afirmava que “não se gerencia o que não se pode medir”.

Para tanto, as empresas precisam assumir determinadas posturas para alcançar resultados mensuráveis. São elas:

·  Criar novos produtos, serviços ou novas formas de gestão;

· Inovar aquilo que necessita de um toque para atualizar-se com a nova proposta de mercado;

· Abandonar ideias ou produtos que já apresentaram bons resultados, mas que no momento não têm mais aceitação.

Gilmar Duarte é Contador, diretor do Grupo Dygran, palestrante, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” e membro da Copsec do Sescap/PR.

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Por Gilmar Duarte

Começa ano, termina ano… passamos por esse processo inúmeras vezes, mas será que o fazemos da maneira correta? Tem algum segredo? Precisa ser diferente?

A enxurrada de informação por vezes nos confunde. Tanto é assim que Normann Kestenbaum escreveu o livro “Obrigado pela informação que você não me deu”.

No passado reclamávamos da falta de informações, pois eram poucos os autores que conseguiam publicar livros devido aos elevados custos. Hoje em dia, além da elevada quantidade de livros há inúmeras publicações, com destaque para as eletrônicas, de custo baixíssimo, permitindo exprimir e expressar suas ideias a todos que desejam.

Isto certamente contribui para a maximização do conhecimento, mas também há o lado negativo. Pessoas mal-intencionadas publicam inverdades e outras, por descuido ou falta de pesquisa cuidadosa, alastram informações falsas.

Diante deste contexto o público desconfia e recorre a sites seguros para não perder tempo com notícias de fontes desconhecidas e não confiáveis. Este mesmo cuidado – selecionar criteriosamente as informações – deve ser seguido para bem gerir os negócios.

Sem grande alarde, sem precisar de um estudioso ou mesmo de especialistas caros é bem provável que todos saibam ser preciso planejar antes de viajar. Ninguém vai para a estrada, ainda que seja no final de semana para a casa dos pais que moram a alguns quilômetros, sem pensar um pouco: quem irá junto, qual o meio de transporte, que hora será a saída e o retorno. Quando a viagem é mais complexa, como por exemplo, para uma pescaria, é necessária planejar com mais detalhes.

A viagem realizada por uma empresa para adentrar num novo ano é cheia de minúcias. Se não for minimamente pensada é possível deparar-se com surpresas e colocar em risco a continuidade do passeio, ou seja, a sequência da empresa no mercado.

Mas e quando se pensa em tudo, ou quase tudo, e surgem imprevistos? Certamente é impossível prever tudo, mas investir algumas horas na reflexão e no planejamento pode reduzir a chance de surpresas. Poderão ser criados planos A, B e C para conjunturas diferentes, bem como reservas, especialmente de recursos financeiros, para aumentar a segurança em relação a um temporal indesejado.

As reuniões com os principais assessores deve começar com a análise do ano que termina e, na sequência, pensar como deseja o ano novo para o seu negócio: previsão de faturamento, gastos e lucro, produtos e/ou serviços. Expandirá o negócio? Como o mercado está impactando este segmento? Será necessário investir em novas tecnologias? Como os concorrentes têm agido e o que é possível aprender com eles?

Não permita que o planejamento desapareça ou seja esquecido. Habitue-se a registrar com riqueza de detalhes e retome-o durante o ano para verificar se está indo no caminho certo. Se necessário não receie em ajustar a rota, pois o importante é que o resultado seja atingido com sucesso ao final da viagem.

Quando não se sabe exatamente para onde deseja ir, qualquer destino tomado poderá ser o caminho certo ou errado. Desejar ardentemente é o primeiro passo para conquistar novas metas e é assim que as pessoas de sucesso conseguem voar mais e bem.

Não é complicado planejar, aliás é prazeroso concluir que os sonhos de olhos abertos e com a equipe envolvida foram atingidos.

A técnica de pensar e planejar não deve limitar-se aos negócios, mas sim estender-se a todos os aspectos da vida, pois se todas as atividades são planejadas (lazer, família, estudos, atividades sociais etc.) o sucesso geral, inclusive nos negócios, será mais facilmente alcançado.

Sim, é necessário planejar outra vez e muitas outras. O planejamento pode ser feito para 10 ou 20 anos, desde que fragmentado em espaços menores, pois é mais fácil de ser visualizado, compreendido e comemorado conforme as metas forem obtidas. A sensação das pequenas vitórias motiva a alcançar cada novo pequeno objetivo.

Gilmar Duarte é contador, diretor do Grupo Dygran, palestrante, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” e membro da Copsec do Sescap/PR.

Com esta obra o pequeno e médio empresário terá condições de compreender a importância da precificação correta para a sobrevivência de qualquer organização e comprovará que a mesma é menos complexa do que parece, sentindo-se motivado a implantá-la na sua empresa prestadora de serviços!Totalmente atualizada e com linguagem acessível!  Guia para implementação de cálculo do preço de serviços contábeis e correlatos. Escritórios contábeis e profissionais de contabilidade têm um dilema: quanto cobrar de seus clientes? Agora chega às suas mãos um guia prático, passo-a-passo, de como fazer este cálculo de forma adequada. Com linguagem acessível, a obra facilita ao profissional contábil determinar com máxima precisão o preço de seus serviços a clientes e potenciais clientes.Clique aqui para mais informações.

Atenção: O autor aceita sugestões para aprimorar o artigo, no entanto somente poderá ser publicado com modificações se houver a prévia concordância do autor.

Informar o blog do autor: http://www.gilmarduarte.com.br é a fonte original dos artigos

por Gilmar Duarte

O título deste artigo corre o risco de confundir o leitor, pois sugere, como sinônimo, ser a “precificação baseada no preço”, ou ainda, que “o valor é baseado no valor”. Há diferença entre preço e valor?

Nessa semana tive acesso ao material do professor de empreendedorismo do Insper, uma instituição de ensino superior brasileira, Marcelo Nakagawa, que comparou o processo de fixar preços nos produtos ou serviços com as faixas do judô, ou seja, a partir da branca e de acordo com a evolução do treino, o aluno conquistará a cinza, azul, amarela etc.

Achei a equiparação muito interessante e acredito que a mesma facilite ao empresário compreender em que estágio se encontra e quais passos deve seguir para atingir o topo.

 “O preço deve expressar o valor da solução do problema e não seu custo de execução”, afirma Nakagawa.

Claro que é importante conhecer os custos para desenvolver o serviço, o que não será, necessariamente, a base para fixar o preço.

Para exemplificar: imagine que um amigo resolve perfurar um poço de água ao lado da sua residência e, após diversas tentativas e muito tempo de trabalho, encontra água potável que oferece para atender a sua residência ao preço de R$ 300.

No entanto, para o mesmo consumo ofertado você paga R$ 70 à companhia municipal de abastecimento de água.

O vizinho afirma que o preço tão alto deve-se aos elevados investimentos e custos operacionais. Você trocaria a água da companhia municipal pela ofertada pelo vizinho?

Normalmente quase ninguém deseja ajudar o fornecedor a cobrir os custos, mas está sempre disposto a adquirir o serviço ou produto com maior benefício em relação ao preço. Portanto, é necessário fixar o preço com base no valor a ser entregue e não nos custos de produção ou aquisição.

Se o vizinho que perfurou o poço informa e comprova que a água é mineral e detalha os benefícios proporcionados à saúde, evitando desembolsos com remédios, a contratação do serviço oferecido por ele poderá ser viável, pois agora o produto tem valor agregado perceptível. Veja que a precificação não foi baseada no custo, mas no VALOR percebido pelo cliente.

Então os custos não têm importância? Não! Para o seu cliente, os seus custos não têm nenhuma importância. No entanto, a administração dos custos é vital para o sucesso da sua empresa.

Com o intuito de conhecer melhor os diversos estágios da precificação o professor Nakagawa compara com as faixas do judô e veja como pode ficar claro::

  1. Faixa branca: empresário que sabe, pelo menos, calcular os custos;
  2. Faixa cinza: aquele que consegue calcular o peço de venda com margem de lucro;
  3. Faixa azul: consegue descobrir a margem de lucro praticada pelos concorrentes;
  4. Faixa amarela: precifica após considerar o preço que o seu cliente pagaria se o seu serviço ou produto não existisse;
  5. Faixa laranja: faz com que o cliente perceba potenciais economias ao adquirir o seu produto e inclui parte desta economia no preço;
  6. Faixa verde: inclui no preço parte dos ganhos ou perdas evitadas pelo cliente e consegue manter o preço atrativo;
  7. Faixa roxa: conhecimento profundo do comportamento dos clientes no que diz respeito aos ganhos sociais e/ou de relacionamento que a sua solução pode oferecer;
  8. Faixa marrom: relaciona os ganhos adicionais ao aumento da autoestima pessoal do cliente;
  9. Faixa preta: ajuda o cliente a atingir seus objetivos morais, pessoais e/ou profissionais, podendo incluir suas necessidades de auto desenvolvimento.

Analise cuidadosamente todas as faixas e descubra em que estágio na precificação você se encontra, para daí buscar informações que o levem com rapidez e segurança à faixa preta.

Gilmar Duarte é contador, diretor do Grupo Dygran, palestrante, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como ganhar dinheiro na prestação de serviços” e membro da Copsec do Sescap/PR.

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Na gestão de negócios, cujo foco é predominantemente vendas e resultados, há necessidade de ações preventivas, especialmente no que tange à contingências trabalhistas e previdenciárias.

A fiscalização trabalhista e previdenciária, no seu âmbito de ação, tem notificado empresas que utilizam práticas de salário “por fora”.

A maior origem destes valores é o chamado “salário in natura“. O salário in natura ou também conhecido por salário utilidade é entendido como sendo toda parcela, bem ou vantagem fornecida pelo empregador como gratificação pelo trabalho desenvolvido ou pelo cargo ocupado.

São valores pagos em forma de alimentação, habitação ou outras prestações equivalentes que a empresa, por força do contrato ou o costume, fornecer habitual e gratuitamente ao empregado.

A CLT dispõe ainda, em seu artigo 82, que o empregador que fornecer parte do salário mínimo como salário utilidade ou in natura, terá esta parte limitada a 70% (setenta por cento), ou seja, será garantido ao empregado o pagamento em dinheiro de no mínimo 30% (trinta por cento) do salário mínimo.

Podemos concluir que tal regra deverá ser aplicada proporcionalmente aos empregados que tiverem salário contratual superior ao salário mínimo.

Portanto, nem todo pagamento de salário utilidade deve ser considerado como “por fora”, estando dentro dos limites da CLT. A lei não proíbe o pagamento do salário utilidade, mas limita este pagamento – devendo ainda tais valores ser indicados em recibo de pagamento bem como sofrer todas as incidências trabalhistas e previdenciárias, resguardadas algumas exceções.

Observe-se que não serão considerados salário utilidade, desde que proporcionados a todos os empregados, as seguintes utilidades:

  • vestuários, equipamentos e outros acessórios fornecidos aos empregados e utilizados no local de trabalho, para a prestação do serviço;

  • educação, em estabelecimento de ensino próprio ou de terceiros, compreendendo os valores relativos a matrícula, mensalidade, anuidade, livros e material didático;

  • transporte destinado ao deslocamento para o trabalho e retorno, em percurso servido ou não por transporte público;

  • assistência médica, hospitalar e odontológica, prestada diretamente ou mediante seguro-saúde;

  • seguros de vida e de acidentes pessoais;

  • previdência privada.

Um exemplo típico de salário “por fora” é o pagamento de contas do empregado, sem desconto respectivo, como aluguel de casa, cartão de crédito para uso particular, locação de veículo para uso próprio, entre outros.

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por Gilmar Duarte

Os empresários que emitem Nota Fiscal de todas as vendas pagam impostos maiores do que aqueles que sonegam uma parcela. Como enfrentar esta concorrência desleal?

O Brasil está entre os países de maior carga tributária do mundo, sem que isto resulte em benefícios aos cidadãos.

“Um estudo do IBPT reuniu os 30 países com maior carga tributária e relacionou o recolhimento de impostos aos benefícios recebidos pela população, usando o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), uma medida da qualidade de vida. No ranking, o Brasil ficou na última posição, atrás de países como Argentina e Uruguai”. (Fonte: IBPT 21/09/2015).

Ainda segundo OLIVEIRA (OLIVEIRA, FA. A evolução da estrutura tributária e do fisco brasileiro: 1889-2009. IPEA. 2010), entre 1916 e 1920 a carga tributária brasileira era de 7% do PIB; neste início do século 21, se aproxima dos 40% do PIB.

Entendo que a reversão deste processo, ou seja, redução da carga tributária e melhor investimento dos tributos arrecadados, muito bem interpretado pelo IDH, depende de cada um de nós.

Devemos repensar a convicção muitas vezes propagada de que o governo é formado por ladrões. E, mais do que isto, envidar esforços para expulsar as pessoas de mau caráter na gestão da coisa pública e substitui-las por pessoas éticas e competentes.

Isto pode parecer poético e utópico, mas somente pessoas de caráter têm o poder de mudar para melhor, especialmente se estiverem na administração pública.

Não cabe ao contador dizer ao cliente para recolher ou não mais tributos, mas fazer as contas certas e mostrar os benefícios. Sabemos que, para sonegar, é necessário abrir mão de controles gerenciais seguros – quanto menos emissão de nota fiscal na venda de bens ou serviços, menor a carga tributária -, ponto em que a gestão dos negócios começa a truncar, pois o dinheiro não poderá entrar na conta bancária, então o risco de descontrole e roubo é maior.

Movimentar o dinheiro fruto da sonegação na conta bancária é arriscar ser descoberto a qualquer momento e ser obrigado a recolher, ao Fisco, os impostos acrescidos de multas e juros.

Infelizmente conheço empresários que conquistaram vasto patrimônio e ficaram ricos em função da agressividade de sonegação. Dos muitos colegas, apenas dois obtiveram “sucesso” financeiro e o mantiveram até hoje, mas amargaram muitos dissabores na vida, inclusive a prisão de pessoas próximas.

Desconheço se eles têm orgulho das “façanhas” realizadas. Penso que algumas coisas os incomodam e talvez não consigam contar a história verdadeira e por inteira aos filhos, certamente amados.

É provável que alcançar o sucesso financeiro seja objetivo de quase todas as pessoas, mas deverá ser a qualquer custo? Será que pessoas “distintas”, políticos e empresários presos em função das diversas operações federais, especialmente a Lava Jato, consideram que valeu trocar o patrimônio roubado pela honra? Lembro de ouvir o ex-ministro José Dirceu dizer, quando preso, que estava preocupado com a filha. Ele não pensou nisto antes?

Devemos lutar para derrubar os corruptos e gananciosos do poder público. Necessitamos de empresários competentes para absorver a elevada carga tributária do Brasil e ser competitivos.

Quem assim agir terá o grande benefício de ter uma só contabilidade (e não a fiscal e gerencial), maior segurança contra o roubo (por ter que manusear dinheiro vivo) e a grande honra de poder contar aos filhos como conquistou o ganha pão. Vale a pena ser ético!

Gilmar Duarte é palestrante, contador, diretor do Grupo Dygran, autor dos livros “Honorários Contábeis” e “Como Ganhar Dinheiro na Prestação de Serviços” e membro da Copsec do Sescap/PR.

Com esta obra o pequeno e médio empresário terá condições de compreender a importância da precificação correta para a sobrevivência de qualquer organização e comprovará que a mesma é menos complexa do que parece, sentindo-se motivado a implantá-la na sua empresa prestadora de serviços!Totalmente atualizada e com linguagem acessível!  Guia para implementação de cálculo do preço de serviços contábeis e correlatos. Escritórios contábeis e profissionais de contabilidade têm um dilema: quanto cobrar de seus clientes? Agora chega às suas mãos um guia prático, passo-a-passo, de como fazer este cálculo de forma adequada. Com linguagem acessível, a obra facilita ao profissional contábil determinar com máxima precisão o preço de seus serviços a clientes e potenciais clientes.Clique aqui para mais informações.

por Júlio César Zanluca – contabilista e autor das obras Planejamento Tributário e 100 Ideias Práticas de Economia Tributária

Em foco: o país dos tributos é o Brasil. A carga tributária sobre os trabalhadores e as empresas ultrapassou qualquer limite civilizado em nosso país – levando milhões de empresas e pessoas físicas a ficarem devedoras ao fisco.

O pior é que este cenário está associado à má gestão dos recursos públicos e à complexidade absurda das legislações, normas, portarias, instruções e outras bizarrices normativas.

Nós, brasileiros, suportamos uma carga prá lá de pesada, para bancar um Estado ineficiente, guloso, corrupto e sorvedouro da produtividade nacional.

Fato é que o ônus tributário é um dos principais componente na formação do preço de venda de qualquer produto ou serviço. Estima-se que 40% do preço de um produto industrializado esteja comprometido com pagamentos compulsórios aos governos.

Estamos convivendo com super-tributação e recessão simultâneos, e ainda aumentos de preços generalizados (puxados pelos preços públicos). Tudo isso obrigam empresas e pessoas a repensarem estratégias e reduzirem custos, muitas vezes (senão todas) à custa de investimentos produtivos. Daí a explicação geral: “quanto mais tributos, menos crescimento econômico”. Está provado isto, na prática – infelizmente em nossa própria pátria.

Ainda que difícil, torna-se necessário que os administradores tornem para si a delicada tarefa de se debruçar sobre cada item dos custos tributários e repensar nas hipóteses legais para redução de seus pagamentos, tais como:

– análise a “pente-fino” dos créditos do PIS e COFINS;

– alteração da opção do Lucro Presumido para Lucro Real, visando aproveitar incentivos fiscais (como PAT, inovação tecnológica e depreciação incentivada);

– expansão de negócios focalizada na franquia empresarial, e não mais em filiais;

– adoção do regime de tributação pelo recebimento (regime de caixa), para optantes pelo Lucro Presumido e Simples Nacional;

– investimentos lucrativos transferidos para SCP – Sociedades em Conta de Participação; etc.

Concordo que tudo isto dá trabalho e gera uma necessidade de compreensão, coordenação, análise, acompanhamento e monitoramento constante, mas se a época é de “vacas magras”, para que deixar o dinheiro voando por aí, caindo na “cesta sem fundo” dos governos?

Reduza seus custos tributários antes que o seu negócio seja engolido pelos tributos!

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O registro dos atos constitutivos, de suas alterações e extinções (baixas), referentes a empresários e pessoas jurídicas em qualquer órgão dos 3 (três)  âmbitos de governo, ocorrerá independentemente da regularidade de obrigações tributárias, previdenciárias ou trabalhistas, principais ou acessórias, do empresário, da sociedade, dos sócios, dos administradores ou de empresas de que participem, sem prejuízo das responsabilidades do empresário, dos titulares, dos sócios ou dos administradores por tais obrigações, apuradas antes ou após o ato de extinção.

A baixa referida não impede que, posteriormente, sejam lançados ou cobrados impostos, contribuições e respectivas penalidades, decorrentes da simples falta de recolhimento ou da prática comprovada e apurada em processo administrativo ou judicial de outras irregularidades praticadas pelos empresários ou por seus titulares, sócios ou administradores.

A solicitação de baixa nestes termos importa responsabilidade solidária dos titulares, dos sócios e dos administradores do período de ocorrência dos respectivos fatos geradores.

Base: art. 7º-A da Lei 11.598/2007 (na redação dada pela Lei Complementar 147/2014).

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É imprescindível para qualquer negócio a geração de lucro. Lucro é a diferença positiva entre as receitas e as despesas e custos, mantendo o empreendimento capitalizável e auto-sustentável.

Neste período econômico que passamos no Brasil, de extrema dificuldade de mercados, recessão, desemprego, disparada do dólar, inflação elevada, política econômica cambaleante, elevação de tributos e inibição de consumo, o empresário precisa repensar seu negócio e buscar ações que mantenham um certo nível de lucro.

Há ações ou omissões que reduzem ou impedem a geração do lucro operacional. São exemplos deste tipo de ações ou omissões:

  • Compras desnecessárias ou mal executadas
  • Estocagem inadequada propiciando obsolescência ou quebras
  • Excesso de produção
  • Re-Trabalhos
  • Preço de venda mal formado
  • Materiais e recursos mal aproveitados
  • Paradas de linhas não programadas
  • Processo produtivo ineficiente

A lista acima é meramente exemplificativa e pode conter outros elementos, pois as ações ou omissões nocivas ocorrem independentemente da área de atuação da empresa, mas constituirão vazamento financeiro sempre que prejudicarem ou impedirem a geração do lucro.

Necessariamente elas não contem a intenção de prejudicar ou burlar a empresa e na maioria das vezes decorrem da falta de treinamentos dos envolvidos, falta de acompanhamento e controles deficientes ou inexistentes.

Para seu negócio prosperar, indicamos a leitura da obra:

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