Destaques Empresariais

Resultabilidade e Liquidez: Premissas da Sobrevivência Empresarial

Posted on: 18/05/2016

por José Miguel Aguilera Avalos

Todas empresas, sejam comerciais, industriais ou de serviços, precisam enfoquem em “Resultabilidade”, cuja finalidade principal é a de obter o máximo de recursos próprios de que os negócios necessitam.

Desta forma, busca-se o capital à disposição, que, quando usado de forma eficiente, cria retornos máximos possíveis para esse capital, a chamada “maximização do lucro”.

Quando esta função está trazendo recursos aquém do mínimo necessário à sobrevivência da empresa, advém os “prejuízos” que se caracterizam por solapar as condições financeiras saudáveis.

Embora existam medidas paliativas que podem adiar o final de uma empresa, a verdade é que nenhuma empresa resiste se gera prejuízos constantes, é como se tivesse adoecido fatalmente, eis a razão para que esta função empresarial seja considerada “fundamental” e de “vida ou morte”.

Por sinal, grande parte das falências e recuperações judiciais ocorrem por problemas financeiros ou de resultabilidade, ou ambos.

A liquidez, caracterizada como a capacidade de manter o capital de giro próprio através de recursos não-onerosos, é outra premissa para a perenização do negócio.

De forma parecida com o funcionamento do corpo humano, quando existe algum problema de insuficiência cardíaca, fontes alternativas podem fornecer sobrevida ao doente, assim temos diversos aparelhos externos que quando ligados ao corpo substituem temporariamente as funções afetadas e, algumas vezes, conseguem diminuir o problema criando uma melhora, na maioria das vezes, temporária; podem ser efetuados transplantes de órgãos e usar outras tecnologias modernas que conseguem dar maior sobrevida à pessoa.

De forma análoga, recursos externos podem ser alocados dentro da empresa para resolver de forma temporária problemas nas funções liquidez e lucratividade, porém não são a solução permanente, haja visto que somente a capacidade de gerar lucros próprios e administrá-los com eficácia é que darão a saudável energia empresarial para as operações negociais.

José Miguel Aguilera Avalos é autor da obra “Recuperação Judicial, Gestão Operacional e Jurídica

Exemplos de empresas que saíram ou que não conseguiram sair com êxito das recuperações judiciais, e porque não o conseguiram. Conceitos e práticas empresariais e de gestão para evitarem-se os males que levam à recuperação judicial. Análise de casos: Petrobrás, Natura, Lacta e outros. Análise de Índices econômicos e financeiros e sua relação prática com a necessidade de recuperação. Deixe de pagar valores exorbitantes de consultoria e torne-se seu próprio consultor (ou seja um consultor de empresas)!

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