Destaques Empresariais

Vantagens de Um Sistema de Gestão de Custos

Posted on: 23/07/2015

A crise vivida no Brasil, com redução das vendas e crescimento da inflação, alta de juros e tributos, agravado pelo quadro de conflito político-partidário e pelo cenário internacional pouco positivo (colapso cambial da Grécia e alta das cotações de moedas internacionais no Brasil) leva os gestores empresariais a passarem “pente-fino” seus custos e analisarem alternativas viáveis para manterem seus negócios com um nível de lucratividade adequado.

Uma empresa que controle seus estoques e tenha avaliação periódica de custos, despesas e fluxo de caixa poderá visualizar alternativas mais rápidas para enfrentar a crise, tais como:

– análise de rotatividade de estoques, visando identificar produtos obsoletos para liquidação ou promoção;

– formação do preço de venda (incorporação de custos diretos), visando identificar produtos e serviços mais lucrativos (que possuem maior margem de contribuição);

– análise de custos fixos, visando eventual “cortes” de maneira a não comprometer a estrutura de produção ou venda;

– custeio segundo critérios fiscais, visando redução de pagamento de tributos (IRPJ e CSLL) no lucro real, evitando supervalorização dos estoques e artificialismos que levem à maior distribuição de dividendos ou lucros (descapitalização do negócio);

– aproveitamento de créditos na entrada de mercadorias e insumos (IPI, ICMS, PIS e COFINS); etc.

Economia Tributária e Redução do Artificialismo do Balanço

Se o sistema de gestão for orientado para contabilidade de custos integrada e coordenada com a escrituração, os estoques poderão ser valorizados pelo respectivo sistema, gerando potencial economia do IRPJ e CSLL devidos na sistemática do lucro real.

Isto porque, na ausência de tal integração contabilidade-custos-estoques os valores dos estoques de produtos acabados deverão ser valorizados por 70% do maior preço de venda (sem a exclusão do ICMS), conforme determina a legislação do imposto de renda, gerando assim .

Outra distorção na aplicação deste critério fiscal de valorização dos estoques é o artificialismo que cria (sobrevalorização dos ativos), já que dificilmente o custo de uma mercadoria produzida se aproxima de 70% do maior preço de venda (sem ICMS). Na indústria, em média, estima-se que o custo efetivo esteja entre 25 a 50% do referido preço de venda. Temos então a consequência da distribuição maior de dividendos ou lucros, a distorção dos ativos e a maior tributação ocorrida sobre os resultados apurados no período.

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