Destaques Empresariais

Virão Aumentos de Impostos para 2015!

Posted on: 21/11/2014

Por Júlio César Zanluca – coordenador do site Portal Tributário

A má gestão pública que levou as finanças do governo federal a uma situação crítica e deficitária irá impactar o bolso de todos nós em 2015.

Como o governo federal é medíocre em reduzir despesas e fazer uma gestão produtiva dos recursos públicas, irá, fatalmente, avançar nas receitas (tributos) para cobrir suas crescentes ineficiências.

A primeira notícia vinculada pela mídia é o fim da redução do IPI dos veículos. Espera-se que também outros setores possam ter alíquotas majoradas por decreto, do dia para a noite.

Outro tributo que provavelmente terá reajuste é o IOF. Tudo na base dos decretos publicados em diários oficiais da união em edições “extras”…

Mas poucos estão lembrando que a tabela do IRF não será reajustada em 2015. Pagarão o pato todos os que tem rendimento do trabalho, autônomos, aposentados e rendimentos de aluguéis ou outras fontes. Por baixo, considerando uma inflação no limite da meta, pagaremos todos nós quase 7% a mais de imposto de renda.

E a CIDE combustíveis? É certo que haverá seu retorno, aumentando assim os preços dos já (altos) valores cobrados nos postos.

É lamentável que, ano a ano, o governo federal (mas também os municipais e estaduais, que majoram alíquotas do ITBI e aumentam a base de cálculo do IPVA e do IPTU) venha com cobranças sobre a população, enquanto os “benefícios” são absurdamente minguados (você que já foi parar numa fila do SUS, então sabe o que estou me referindo).

A classe média e o pequeno e médio empresariado brasileiro estão no sufoco, com queda de renda e vendas. Ainda terão que arcar com a gula federal. Até quando?

Não deixe de manifestar sua opinião, pressionando os congressistas, sindicatos e demais órgãos de representação para que contenham a dilapidação do patrimônio e renda privadas neste país.

Se continuarmos neste ritmo, logo a carga tributária alcançará mais da metade de nossa renda (hoje está em 40%) e então será mais fácil estatizar tudo e virarmos funcionários públicos da maior República Soviética Sul-Americana.

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